Foi durante o XIX Congresso Caipira, em junho de 2019, em Bauru (SP), que o oftalmologista Flávio Augusto Schiave Germano conheceu o recém-lançado smartdevice Phelcom Eyer.

Acoplado a um smartphone, o aparelho realiza exames de fundo do olho em alta qualidade, em poucos minutos e sem necessidade de dilatação da pupila. Por ser conectado à uma plataforma on-line, permite o diagnóstico remoto e garante a segurança dos dados na nuvem.

Alguns meses depois, o médico procurou por dispositivos semelhantes no congresso anual da Academia Americana de Oftalmologia. “Mas o equipamento nacional, de São Carlos, mostrou ser superior tanto na qualidade das imagens quanto no design. É leve, portátil e o manuseio é rápido e intuitivo, o que facilita o uso em qualquer situação”, afirma Germano.

Em setembro de 2020, o oftalmologista adquiriu o smartdevice. Hoje, utiliza todos os dias em seu consultório e no serviço de residência médica do Centro de Excelência em Oftalmologia (CEO), em Bauru (SP).

Nos últimos seis meses, realizou mais de 1,1 mil exames, totalizando aproximadamente 5,5 mil imagens. Como o serviço de residência médica trabalha com o ambulatório de glaucoma, os principais registros são do disco óptico e as fibras ao redor e do campo visual.

 

Phelcom Eyer

 

Germano destaca dois recursos do Phelcom Eyer. “Não precisa realizar o exame sob midríase, o que dá mais segurança em pacientes com glaucoma de ângulo fechado, e é possível fazer a correção do grau da miopia e hipermetropia em até 20 D”, ressalta.

Os outros pontos positivos avaliados pelo médico são a rapidez no cadastro e no registro de imagens e a resolução das fotografias. “É ótima e, mesmo encaminhando os exames para laudo, a qualidade da imagem se mantém”, afirma.

Para o oftalmologista, o aparelho possui ótimo custo-benefício. “É um investimento que traz vários benefícios: auxilia no departamento acadêmico da residência médica, os pacientes se sentem mais seguros com acompanhamento regular por meio das retinografias e a descrição no prontuário médico ganha mais consistência e fidedignidade”, pontua.

 

Eyer Cloud

 

O Phelcom Eyer é integrado à plataforma on-line Eyer Cloud, que permite armazenar e gerenciar os exames dos pacientes. Todos os dados capturados pelo equipamento são sincronizados automaticamente com o sistema, permitindo que subam para a nuvem com total segurança.

“O Eyer Cloud é simples, moderno e intuitivo”, avalia Germano. Dentre as principais funcionalidades, estão a possibilidade de separar as informações de pacientes com mais de uma clínica e visualizar ambos dentro da plataforma; localizar um paciente por nome ou data do exame; e criar templates de laudos com modelos pré-prontos disponíveis no sistema.

Se não houver acesso à internet no momento do exame, as imagens ficam salvas no aparelho e são enviadas para a nuvem assim que houver conexão.

A ferramenta pode ser acessada no próprio aparelho ou por celular, tablet e computador.

 

Lâmpada de fenda

 

Suporte para lâmpada de fenda da Phelcom. Observação: foto realizada antes da pandemia de covid-19.

 

Sobre o suporte para lâmpada de fenda da Phelcom, que permite a fixação do Eyer, Germano ressalta que facilita a realização da documentação ao promover agilidade e otimizar o alinhamento entre o rosto do paciente e o retinógrafo portátil.

“O dispositivo também oferece a vantagem de não precisar ter contato direto entre as pálpebras e cílios dos pacientes com o aparelho, o que garante mais segurança na pandemia”, observa.

 

Phelcom Technologies

 

O Eyer é o primeiro equipamento da Phelcom Technologies, startup que une tecnologia e saúde, com sede em São Carlos (SP). Cria dispositivos portáteis, conectados e vestíveis com o propósito de democratizar o acesso à saúde, oferecendo mais com menos e para mais pessoas.

“A Phelcom consegue sintetizar o que há de melhor nas startups: agilidade na comunicação, alta resolutividade no suporte técnico e inovação em favor dos pacientes. Sem dúvida, o Eyer é um ótimo investimento em um arsenal diagnóstico cada vez mais importante na prática oftalmológica”, avalia Germano.